Por Gustavo Martins-Coelho

Ao fim de pouco mais dum ano e dez meses de publicação, a «Rua da Constituição» atingiu a fasquia das 50.000 leituras (leia-se visitas)! Neste período, foram publicados 384 artigos (excluindo editoriais) em treze colunas [1], por dez autores diferentes [1], a quem muito agradeço a colaboração.

O tema que mais interessou os leitores foi a produtividade dos Portugueses e dos Alemães [2], publicado na coluna «Mil palavras» [3], seguido da evolução da dívida pública portuguesa nas últimas três décadas [4], publicada n’«O muro das lamentações» [5]. O terceiro artigo mais lido proveio também desta coluna [5] e aborda os medicamentos genéricos [6].

Na coluna «Olho clínico» [7], o artigo mais popular foi o primeiro de vários sobre a questão do concurso de acesso à formação específica do internato médico para 2014 [8]. «A isenção de IVA nos serviços de saúde» [9] foi o mais lido da coluna «Docendo discimus» [10]. Da coluna «Estado de sítio» [11], o preferido foi a exortação à luta dos médicos internos contra a forma indigna como são tratados pela tutela [12]. Em relação às «Crónicas Altitude» [13], destacou-se, pelo número de visitas, a crítica à praxe [14]. Os leitores também apreciaram particularmente o texto: «Casamento. Paixão. Camafeu. Ponto.» [15], da coluna «Dias passados» [16]. Dentre os artigos vindos de fora [17], continua a ser o legado político de Margareth Thatcher [18] o que suscitou mais interesse entre os leitores. Na área do transporte colectivo [19], o tema mais procurado foi o do papel do transbordo na eficiência da rede [20]. Da mais recente coluna, «Consultório da Ria» [21], a crónica mais lida foi a da Bárbara: «O luto e a saúde mental» [22]. Em relação a «O fundamentalista científico» [23], a mais lida foi a crónica inaugural [24]. Finalmente, «Um saltinho a Biarritz» [25] foi a viagem do Guê [26] que mais cativou os leitores e a «I» [27] a fotografia [28] mais vista.

Entretanto, hoje foi a última vez que o «Consultório da Ria» [21] foi editado por mim ou pelo Hugo. Doravante, a Renata junta-se ao Hugo nas funções de editora associada da «Rua…», com a responsabilidade editorial daquela coluna.