Por João Pedro Roncha


Lançado em 2010 e interpretado por Benicio del Toro e Anthony Hopkins, «O lobisomem» («The wolfman») é uma adaptação pragmática e uma bem conseguida homenagem ao seu antecessor. Algumas das diferenças mais notáveis em relação ao original são: corria o ano de 1891 em Inglaterra, neste novo remake, ao passo que o outro se centrava em 1940 no País de Gales; este é muito mais escuro e violento do que o seu homólogo; e agora é em HD…

Lawrence Talbot (Benicio del Toro) retorna da América para a sua propriedade natal para investigar o desaparecimento do seu irmão Ben. Ao chegar a casa, ele descobre não só que o seu irmão está morto, mas também que o pior ainda está para vir…

O filme adiciona novos personagens e expande os papéis dos velhos personagens. Os projectos de lobisomem são mantidos semelhantes aos desenhos no original e usam mesmo caracterização real e fantasias, em vez de recorrer ao CGI.

A Universal anunciou planos para transformar «O lobisomem» numa franquia de filmes directamente para vídeo. O primeiro, «Lobisomem — a besta entre nós» (Werewolf: The Beast Among Us»), foi lançado em Outubro de 2012.

Não tem ligação com o universo das trevas, apesar deste universo cinematográfico também ser produzido pela Universal, devido ao planeamento do universo ter a sua própria visão sobre o filme «O lobisomem». A minha visão é de que este remake foi bem conseguido, de forma geral, pecando apenas por um final que deixa um pouco a desejar. Podia ter assumido um outro desfecho; ainda assim, nota 7 para o filme de Joe Johnston.